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Captura de Nicolás Maduro: A Queda do Regime Venezuelano e a Nova Ordem Hemisférica sob a Doutrina Trump

Em uma ação relâmpago que redefine a geopolítica das Américas, forças especiais dos Estados Unidos capturaram Nicolás Maduro em Caracas. A ofensiva, marcada por bombardeios estratégicos e uma "abdução internacional" sem precedentes, encerra décadas de chavismo e coloca o petróleo venezuelano sob administração provisória de Washington.


Nicolás Maduro capturado
Ditador Nicolás Maduro sendo conduzido por oficiais da Agência de Combate às Drogas (DEA) dos Estados Unidos

O Fim de uma Era: A Captura em 47 Segundos

Na madrugada deste sábado, 3 de janeiro de 2026, o governo de Donald Trump executou a operação militar mais audaciosa em solo sul-americano desde a captura de Manuel Noriega no Panamá. Utilizando helicópteros de elite e contando com o apoio de inteligência infiltrada, as forças norte-americanas invadiram o Palácio de Miraflores e complexos de segurança em Caracas.

Segundo declarações do próprio presidente Trump em Mar-a-Lago, Maduro tentou se refugiar em uma sala blindada, mas foi detido antes de conseguir trancar a porta de aço. Trump ironizou a resistência do ditador, afirmando que suas tropas teriam levado apenas "47 segundos" para explodir o acesso caso necessário. O ex-líder venezuelano e sua esposa, Cilia Flores, foram imediatamente extraídos do país e já se encontram em solo americano, onde aguardam indiciamento por narcoterrorismo e corrupção em um tribunal de Nova York.

A "Guerra Furtiva" e o Controle do Petróleo

A intervenção não foi apenas uma operação de captura, mas um ataque coordenado a centros de defesa aérea e infraestrutura militar venezuelana. Relatórios de consultorias estratégicas e veículos como Poder360 e Revista Oeste apontam que a ofensiva envolveu cerca de 150 aeronaves para neutralizar qualquer possibilidade de retaliação imediata por parte do círculo de Vladimir Padrino López.

O pano de fundo da operação, conforme admitido pela administração Trump, é o controle estratégico das maiores reservas de petróleo do mundo. Washington anunciou que assumirá temporariamente a administração dos ativos petrolíferos para "garantir a estabilidade energética global" e impedir que potências como China, Rússia e Irã continuem a sustentar o regime em troca de recursos naturais.

Captura de Nicolás Maduro: Reações e o "Discurso do Sequestro"

Enquanto a oposição venezuelana e líderes conservadores brasileiros (como Tarcísio de Freitas e Ronaldo Caiado) celebraram a "libertação da Venezuela", o discurso hegemônico internacional e a mídia progressista (G1, Folha, Outras Palavras) classificam a ação como um "sequestro" e uma "violação brutal da soberania". O Kremlin e o governo de Cuba condenaram o que chamam de "agressão armada", exigindo a libertação imediata de Maduro.

No Brasil, o Itamaraty mantém uma postura de cautela extrema. O governo Lula, embora tenha tentado se colocar como mediador em meses anteriores, vê-se agora isolado diante de um fato consumado que altera drasticamente a segurança na fronteira Norte e o equilíbrio político do continente. A ausência de aprovação pelo Conselho de Segurança da ONU é o principal argumento jurídico utilizado pelos críticos para rotular a operação como ilegal, embora, para a Casa Branca, a recompensa de US$ 50 milhões e os indiciamentos por tráfico de fentanil e cocaína fossem justificativa moral e legal suficiente.

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